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Era um dia como outro qualquer. Ela fez as mesmas coisas de sempre, do jeito afobado que já está habituada a fazer. Não tinha nada de novo, mas tudo estava diferente. Era um daqueles momentos em que a resposta não vem, a ideia fica presa na mente, a palavra gruda na garganta. Ela torceu pra não cair no óbvio, fez de tudo pra fugir da mesmice, mas a dúvida pairava no ar. Tem dia que a gente fica parado no tempo, preso no silêncio. Refém das nossas incertezas. 

















| Gaona, Fernanda |

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